# 6 – Mundo na sala de aula: Antropologia em movimentos

20 de Setembro, 2020

Somos estudantes, antropólogues, professories e também militantes! Como conciliar tudo isso e usar de nossas práticas e lutas pra fazer Antropologia?

Esse episódio nos convida a valorizar nossas experiências coletivas, conhecer e somar aos espaços e movimentos sociais e políticos que dão vida e preenchem as universidades. Através das histórias de Fêtxawewe Guajajara Veríssimo, estudante calouro de Ciências Sociais na UnB e Patrícia Barbosa Tukano, estudante de Literatura na Unicamp, podemos nos reconhecer como pessoas políticas e buscar os sentidos que nos impulsionam ao longo de nossas trajetórias, mesmo antes da universidade, às vezes antes até de termos nascido e, ao longo de nosso curso na universidade, dar prosseguimento a esses sentidos. Antropologia também é compromisso e luta!

** Errata: O vestibular indígena começou na UnB em 2006 — e não em 2016, como informado no episódio.

Disciplinas que podem se beneficiar deste episódio:

Materiais que podem dialogar com este episódio:

Materiais extras:

Expediente:

Apresentação: Irene do Planalto e Zane do Nascimento
Produção: Irene do Planalto e Soraya Fleischer
Montagem e edição do roteiro: Irene do Planalto, Soraya Fleischer e Daniela Manica
Montagem e edição do episódio: Irene do Planalto
Transcrição do episódio: Irene do Planalto
Revisão da transcrição: Soraya Fleischer
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto e Soraya Fleischer
Divulgação: Milena Peres e equipe do Mundaréu

Agradecimentos: Agradeço a equipe do Mundaréu de Brasília e de Campinas pelo trabalho e experiências intercambiadas, em especial a Zane do Nascimento, pela companhia neste episódio, e a Soraya Fleischer e Daniela Manica, pela confiança e auxílios atenciosos. Agradeço imensamente a Fêtxa, Patrícia e Artionka pelas entrevistas e disponibilidade de compartilhar um pouco de suas trajetórias com a gente. Ao Nelson D, agradeço por autorizar o uso da música “Transcendência”! E agradecimentos atenciosos a minha mãe Viviane Chemin, minha avó Glória Chemin, meu pai Allan Kardec Pimentel, e Laísa Fernanda, Daniel Silva, Nami Motta, Athene Pilan, Jade Luz e Manuela Costa por serem mis amores e por me apoiarem sempre.

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